Continuando a desmontagem o cenário de ausência de corrosão mantem-se. Onde não há tinta porque não chegou lá no fabrico, ou está lascada, há primário ou cola dos forros.
Mesmo nas zonas onde habitualmente há sempre ferrugem, como é o caso dos compartimentos para as baterias, ela não está presente.
As primeiras surpresas desagradáveis, e ´não duvidem que as há sempre, aparecem no conjunto da suspensão da frente do lado esquerdo, claramente resultado de acidente antigo mal arranjado. Há componentes que não estão correctos e outros que em vez de substituídos foram soldados. A barra de torção também tinha sofrido com o acidente e estava mal desempenada. A Longarina também tem evidência de acidente e terá que ser vista com atenção quando tudo tiver sido removido.
Tendo estado parado mais de 30 anos é natural que há época não houvesse a facilidade que há hoje em conseguir material como o original, ou mesmo falta de interesse em gastar dinheiro num carro que na altura não tinha o valor que tem hoje.
A suspensão do lado direito estava tudo como original.
Na parte de trás tudo bem. Mais uma vez só lixo e muito pouca corrosão e só superficial.
Carroceria e estruturas sem evidência de ter sofrido acidentes, ou tido intervenções. Os Spax novos foram montados para experimentar fazendo parte de um kit para substituir os amortecedores de “braço” originais.